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Estética Corporal - Problemas e Tratamentos
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  Estética Corporal e Facial    Estética Corporal - Problemas e Tratamentos  

Tratamento - Ap. de Carboxiterapia (Estrias/Celulite/Flacidez)

Introdução
 
  • A carboxiterapia é um método novo em medicina estética, mas a administração terapêutica do anidro carbônico (também denominado gás carbônico ou CO2) iniciou-se nos anos 30 na França.
  • Há grande número de publicações científicas a partir dos anos 50 sobre carboxiterapia, embora a maior parte concentre-se entre 1985 e 2002.
  • O tratamento da carboxiterapia utiliza o anidro-carbônico, um gás atóxico, não embólico e presente normalmente como intermediário do metabolismo celular. O CO2 puro medicinal é o mesmo utilizado em cirurgia videolaparoscópica (para promover pneumoperitoneo), histeroscopia e como contraste em arteriografias. No Brasil este gás pode ser fornecido pela A.G.A., Air Liquid e pela White Martins entre outros.
  • O método é de fácil execução e dramaticamente melhora a aparência da celulite, através da melhora do microcírculo vascular (responsável pela "cura temporal") e do efeito lipolítico. É um tratamento rápido, confortável e efetivo na grande maioria dos pacientes.
  • A carboxiterapia consiste na administração subcutânea, através de injeção hipodérmica, do CO2 diretamente nas áreas afetadas. Em geral utilizam-se sessões bissemanais, num total entre 12 e 20; novo ciclo terapêutico é normalmente realizado após 6 a 10 meses. Existe ainda na literatura aplicações realizadas pela via transcutânea, na forma de banho seco ou em água carbonada, estas têm maior aplicação em balneareoterapia.
  • A carboxiterapia é efetiva em diversas patologias da área de atuação do médico esteta: celulite, flacidez cutânea, estrias e como coadjuvante na gordura localizada. Em outras especialidades é utilizado na terapêutica de arteriopatias, flebopatias, úlceras vasculares e psoríase entre outras.
  • Foi realizada uma revisão bibliográfica a partir de pesquisa na PubMed (National Library of Medicine) Americana e em publicações Europeias especializadas na área da medicina estética.

Indicações

  • As principais indicações da carboxiterapia são : arteriopatia periférica, síndrome acrocianótica, outras patologias que apresentam alterações do microcírculo vascular, como insuficiências venosas e úlceras dos membros inferiores, e nos acúmulos irregulares do tecido adiposo como a lipomatose múltipla simétrica entre outras.
 
Ação farmacológica da carboxiterapia (mecanismo de ação)
  • A ação farmacológica do anidro carbônico sobre o tecido esta muito bem estabelecida e envolve vasodilatação local com consequente aumento do fluxo vascular e o aumento da pressão parcial de oxigênio (pO2) resultante da potencialização do efeito Bohr, ou seja há redução da afinidade da hemoglobina pelo oxigênio, resultando em maior quantidade deste disponível para o tecido.
  • Entre outros, o estudo realizado por D Aniello C e cols do Departamento de Cirurgia Plástica da Universidade de Siena - Itália, demonstrou a ação da terapêutica do CO2, administrado pela via subcutânea, sobre o microcírculo vascular. Foi evidenciado vasodilatação através da videocapilaroscopia.
 
Carboxiterapia
  • Hoje existem diversas sociedades como; Sociedades Italiana e Americana de Carboxiterapia (www.carbossiterapia.it) que elaboraram estudos multicentricos, comprovando o método no tratamento das arteriopatias periféricas, bem como introduziu a terapêutica em outras patologias.
 
Equipamento para carboxiterapia
 
Para uso ambulatorial é necessário um correto controle do fluxo de infusão do gás, bem como o cálculo do volume total injetado, o que pode ser conseguido com aparatologia adequada.
Um aparelho, especialmente desenvolvido para carboxiterapia, está registrado nas normativas da Comunidade Europeia desde 2002 (CE 0051). Está definido como dispositivo medico, classe II b e apresenta padrões "standard" de qualidade aplicada e segurança. Este mesmo equipamento tem aprovação de comercialização e uso pelo F.D.A. americano como equipamento de uso médico ambulatorial (www.nutecint.com/carboxytherapy.html).
 
Na Europa seu uso e aprovado para o tratamento de patologias do sistema circulatório, incluindo-se arteriopatias obstrutivas periféricas, úlceras diabéticas e vasculares e lipodistrofia ginóide.O equipamento acima descrito denomina-se Carbomed. Este aparato permite administrar fluxos de CO2 entre 10 e 120 ml por minuto, bem como calcular o volume total injetado. Segurança do método terapêutico
 
Lembramos que o gás carbônico é um metabólito normal no nosso organismo e em situações de repouso nosso corpo produz cerca de 200 ml/min do mesmo, aumentando em ate 10 vezes frente a esforços físicos intensos. O fluxo e o volume total injetado durante o tratamento encontram-se entre estes parâmetros, ou seja, habitualmente na carboxiterapia utiliza-se fluxos de infusão entre 20 e 100 ml/min e volume totais administrados entre 600 ml e 1 litro (28,30).
 
O gás e ainda amplamente utilizado em medicina para promover pneumoperitonio em cirurgias endoscópicas, onde fluxos de até1000 ml/min são utilizados com segurança (15) e os volumes totais frequentemente ultrapassam 10 litros, sem que haja efeitos sistêmicos significativos.
 
Outros usos mais recentes do CO2 como contraste em angiografia atestam a segurança deste gás, demonstrando que o mesmo não é passível de promover embolia - são usadas nestes procedimentos injeções intravasculares em “bolo" de ate 100 ml (16) e fluxos contínuos entre 20 e 30 ml/segundo, sem reações adversas.
 
Também não existe na literatura relatos de efeitos adversos ou complicações, tanto locais quanto sistêmicas da carboxiterapia - ver abaixo. Possíveis efeitos colaterais limitam-se a dor durante o tratamento, pequenos hematomas decorrentes da punção (realizada com agulha 30 G 1/2 - insulina) e sensação de crepitação no local.
 
Em Porto Alegre - RS está sendo desenvolvido um aparelho especial para carboxiterapia onde o médico terá o controle do fluxo, volume infundido, volume infundido total, volume infundido em cada aplicação da agulha, controle eletrônico do fluxo/minuto. Os fabricantes prometem divulgar o produto antes de agosto de 2006 com um custo ainda menor que a concorrência de um aparelho com maiores recursos.
 
O aparelho será fabricado em Porto Alegre - RS com matéria prima alemã e protocolado na Anvisa.
 
Terapia De Carboxytherapy : carboxiterapia
 
Como a terapia de Carboxiterapia é executada?
 
É um método não cirúrgico.
O dióxido de carbono (CO2) infiltrado no tecido subcutâneo através de uma agulha 30G minúscula (0.3mm no diâmetro). Do ponto da injeção, o dióxido de carbono difunde facilmente em tecidos adjacentes.
Como o dióxido de carbono trabalha?  
  • A terapia de Carboxiterapia trabalha em duas maneiras complementares. Primeiramente o dióxido de carbono "mata" mecanicamente células de gordura, provocando uma "lise” dos adipócitos. Secondly tem também um efeito vasodilador forte nos capilares da área injetada levando a fluxo maior e mais forte do sangue à área, que significa mais oxigênio.
  • O resultado final é menor quantidade de células de gordura (adipócitos) e tecido subcutâneo mais firme.
 
Carboxiterapia é dolorosa?
 
Não. Alguns pacientes podem experimentar uma sensação de descolamento da pele no local da injeção. Desaparece dentro de alguns segundos. Em consequência da circulação aumentada, a área que cerca o local da injeção pode sentir um aumento de temperatura local por 10 a 20 minutos.
 
Que devo eu evitar após o tratamento com carboxiterapia?
  • Evite emergir na água por 4 horas após o tratamento tal como banhos, natação, ou saunas.
Quantas sessões são necessárias?
  • Entre 15 e 20 sessões são necessárias para eliminar a celulite. Idealmente devem ser realizadas e seções por semana . Isto dependerá da extensão da celulite ou gordura localizada. Cada sessão dura entre 30 a 45 minutos.
Quanto tempo os benefícios duram?
  • Isto depende inteiramente de você. Se você escolher seguir uma dieta saudável complementada pelo exercício regular, a celulite pode permanecer afastada por anos.
Não é o dióxido de carbono tóxico?
  • Não. O dióxido de carbono é produzido naturalmente pelas células em nossos corpos cada dia de nossa vida. É transportado no sangue e expulsado através dos pulmões. Em um estudo feito publicou no jornal plástico aesthetic da cirurgia, nenhum efeito colateral importante foi ligado ao tratamento do CO2. O estudo encontrou que a terapia do CO2 é uma terapia segura com nenhum efeito colaterais relevante.
  • Por causa de suas propriedades lipolíticas possui efeito positivo na elasticidade da pele, a terapia do CO2 pode possuir um papel útil como um complemento à lipoaspiração cirúrgica para o tratamento da irregularidade persistente da pele.
Contra Indicações
  • Não poderemos utilizar aparelhos de eletroterapia: gestantes, em portadora de marca-passo, pessoas que usam DIU.
  • Se a cliente tiver antecedentes oncológicos, não deveremos aplicar qualquer aparelho, pois poderemos desencadear um problema ainda maior.
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